Política

Dr. Vicente cobra recomposição de recursos da saúde em reunião no Ministério da Saúde

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Dr. Vicente também participou de audiência na Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência, na Câmara dos Deputados, onde defendeu o acesso da população às especialidades médicas

O deputado estadual Dr. Vicente Caropreso (PSDB) cumpriu agenda em Brasília nesta semana e levou ao Ministério da Saúde uma das principais demandas da região Norte de Santa Catarina: a recomposição do Teto MAC (Média e Alta Complexidade).

Segundo o parlamentar, os custos dos procedimentos de média e alta complexidade realizados pelos hospitais de Jaraguá do Sul — Hospital Jaraguá e Hospital São José — estão muito acima dos valores repassados pelo governo federal. A diferença, que chega a R$ 1,3 milhão por mês, vem sendo coberta pela Prefeitura de Jaraguá do Sul.

“Os hospitais realizam um volume muito maior de atendimentos do que o limite estabelecido pelo Ministério da Saúde. A conta não fecha. É fundamental que o governo federal reconheça essa realidade e ressarça os custos dos procedimentos realizados acima do teto”, destacou Caropreso.

O deputado lembra que a situação não se restringe a Jaraguá do Sul. Outros municípios e até o Governo do Estado também enfrentam o mesmo problema: procedimentos realizados em hospitais sob gestão estadual custam bem mais do que os repasses recebidos da União.

“Na prática, Estado e municípios estão assumindo um déficit anual milionário. Essa recomposição possibilitaria ampliar os serviços de saúde, garantindo mais consultas, exames e cirurgias para a população”, ressaltou.

BR-101

Dr. Vicente também se reuniu com parlamentares da Bancada Catarinense para tratar da situação crítica da BR-101 Norte. O governo federal propôs prorrogar por mais 15 anos o contrato de concessão da rodovia com a empresa Arteris, em troca da execução de um pacote de grandes obras para ampliar a capacidade e resolver os gargalos da rodovia.

A proposta está sob análise do Tribunal de Contas da União (TCU), que solicitou documentos adicionais à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e ao Ministério dos Transportes. A partir do recebimento desses documentos, o TCU terá 90 dias para concluir a avaliação técnica e emitir parecer.

“A BR-101 está colapsada. Há mais de um ano essa proposta de prorrogação do contrato está em discussão, sem definição. Cobramos celeridade. Santa Catarina não pode ser tratada dessa forma. É uma situação emergencial, de uma rodovia colapsada. Enquanto isso, vida, paciência e bolso do motorista seguem presos no congestionamento”, criticou Caropreso.

 

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